Meu ano novo nunca é uma festa






Olá, pessoas!

Ás vezes eu paro para pensar em como eu iria gostar mais de blogar se fosse algo anônimo, mas creio que agora é tarde demais para me esconder. Eu particularmente só acho isso porquê sempre achei interessante aqueles blogs estilo diário, mas morro de vergonha de compartilhar as coisas que eu penso e coisas que eu passei, é que nunca se sabe quando alguém conhecido vai ler isso e rir da minha cara;

Duas horas, para a virada de ano.
Uma hora, para o pudim ficar pronto.
Nove horas, o tempo que eu passei jogando Don't Starve Together com os meus amigos hoje. 

Minha família é muito reservada, eles são muito na deles, e por isso passamos todo ano novo em casa, nós três (meu pai, minha mãe e eu) esperando a contagem regressiva na Globo e depois ficando na varanda para ver os fogos de artifício, o que me faz passar o dia, a tarde e a noite no computador.

Eu fico meio chateada por isso, eu gostaria de sair, assistir a virada na Paulista ou ir para a casa de algum amigo (o que não faltaram foram convites), mas sempre existe aquela recusa básica, com as piores desculpas de todas.

"Ano novo é pra ficar com a família"
"Não nos sentiríamos à vontade"

No natal foi a mesma coisa, e nem existe clima de festa, sabe? Três pessoas não fazem uma festa, ou fariam, caso duas delas não estivessem assistindo a novela. 

Para 2016? Eu nem sei o que eu quero. Para ser sincera, não vejo a hora do ano que vem acabar. 
É que para mim, será o ano do cursinho, dos vestibulares, das despedidas, das incertezas... Não tenho boas expectativas, nada que me anime. 

Em janeiro, irei passar 18 dias na Bahia (sem uma boa conexão de internet, e sem pessoas da minha idade).
Em fevereiro, eu queria aproveitar o que me resta das férias (até o dia 15)
Em março, começo o cursinho
[...]
Em out/nov, começa a tortura psicológica das faculdades. 

Mas sabe de uma coisa? 
Eu quero manter o meu relacionamento, 
eu quero manter os meus amigos, 
quero manter minha sanidade, 
quero manter minha frequência de acesso ao Netflix, 
quero continuar com boas notas, 
quero decidir que carreira seguir, 
quero passar na USP (e em mais umas quatro faculdades de quebra),
quero continuar com o blog,
quero me sentir alegre.

XOXO, Gabbi Sandi
Em busca de uma festa de fim de ano que envolva mais de três pessoas

Tertiam, a terceira força

Olá pessoas, o que ganharam de natal? 

Adoro essa pergunta.

Nesse últimos dias eu reli um dos meus livros favoritos, Garota Online, escrito pela blogueira britânica Zoe Sugg, e isso reacendeu em mim aquela chama da inspiração, fazendo eu resolver então voltar à uma das minhas histórias que eu mais gostei de escrever.

Tertiam (que significa terceiro em Latim), é o título da minha mais renovada história, estou escrevendo com afinco e pretendo me focar nela, tenho grande planos para os personagens, e gostaria muito de que mais pessoas acompanhassem o andamento da construção das personalidades e cenários, além de meus amigos e minha família, o que me leva a: compartilhar aqui no blog.

Fiquei muito contente com os comentários da última postagem, foi meu ''primeiro vídeo'', e fiquei orgulhosa de ver os números do blog subindo novamente, o que me leva a ficar triste por ter sumido novamente. 

Eu sou péssima em sinopses, e além disso acredito que deveria ser algo para ser feito no final da história, por isso gostaria que tirassem suas primeiras impressões a partir do prólogo da história:

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 - Papai, conta aquela história de novo. - Exclamou uma das crianças que já havia chamado todas as outras para se reunirem em volta do senhor, ele não era realmente pai deles, era apenas o cuidador daquelas criaturas indefesas.
- Os dois mundos eram como um só. - O senhor começou
"Até que foram divididos, de um lado portadores de magia, do outro os mundanos. "
"As grandes histórias são envoltas em grandes tragédias, essa assombrou os dois mundos há cerca de 200 anos atrás, mais precisamente em uma sétima-feira (sim, as semanas tinham um dia a mais, mas a separação dos mundos tornou a rotação mais rápida). "
"Tudo se devia ao governo que havia sido apelidado como Tertiam, uma terceira força, seus membros seletos mesclavam seus poderes agindo como um fluído atingindo os dois mundos e os controlando, no primeiro mundo conseguiam magia coletando seus poderes em um regime ditatorial e no segundo mundo onde não se havia magia adquiriam poder de forma indireta deixando os habitantes daquele mundo coletar força vital da natureza por um período de tempo e depois os matando quando chegavam a uma idade avançada. "
"Muitos humanos ficaram presos no Primeiro Mundo, se tornando escravos das vontades mágicas, as mulheres para fins reprodutivos, os homens para mão-de-obra clássica, os modos de produção mundanos eram consideravelmente mais baratos, mas tinham que ser exaustivamente repostos, a expectativa de vida de um humano vivente na comunidade mágica é de apenas aproximadamente 30 anos, devido à falta de investimento em saúde mundana. "
"Já os portadores de magia reclusos no Segundo Mundo, são considerados uma mera lenda, mas há quem ainda procure, e aplique a eles os mais diversos nomes, desde alienígenas até fadas. "
Ao fim do relato, os pares de olhinhos brilhavam, ninguém falava nada, a camareira ao fundo não entendia como tal tipo de história distópica poderia ser adequada à crianças. Aos poucos todos se viraram para olhar a moça que abrira um sorriso envergonhado, incomodada, ela se afastava.
Quando não foi mais possível vê-la, uma das crianças se levantou e se aproximou do senhor com suavidade:
- Mas nós somos portadores de magia, não somos, papai?
- Sim, mas temos que guardar esse segredo.
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Para continuar lendo a história é só acessar: https://www.wattpad.com/myworks/58213705-tertiam,-a-terceira-fora
XOXO, Gabbs